A Raquel.
“Os meus pais chamaram-me "Raquel" porque achavam ser um nome com personalidade. Aos 3 anos dizia que queria ser dentista. Mas nos 11 anos seguintes, todos os meus professores diziam "é boa aluna, o problema é que nunca se cala". Aos 14 anos comecei a agradecer Globos de Ouro em frente ao espelho e a dar entrevistas imaginárias no meu quarto. A todas as pessoas que me perguntaram "Mas tu nunca te calas?" a minha resposta é não.”
O Francisco.
Desde cedo que sou guiado por uma curiosidade inquieta e por uma vontade constante de viver com intensidade. Passei por diferentes sonhos — de ator a agente desportivo — até encontrar um caminho mais alinhado com aquilo que realmente me motiva - a comunicação. O desporto tornou-se o meu fio condutor: comecei no ténis ainda em criança e, mais tarde, encontrei no padel uma paixão que acabou por se transformar em profissão e estilo de vida. Fora do contexto profissional, continuo fiel ao que me define — o desporto, as boas conversas em longos jantares, filmes e séries que acrescentam, e viagens, sobretudo para destinos de praia. Mais do que um percurso, vejo-me como alguém em constante evolução, guiado pela curiosidade, intensidade e uma procura contínua de propósito.